Arquivo de Maio de 2009

Matéria de um palestrante PORTUGUÊS:
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AS DECISÕES DOS PAIS MOLDAM SUAS ATITUDES E ESTAS, POR SUA
VEZ, DEFINEM O COMPORTAMENTO DOS FILHOS.

Hoje, ao conversar com um amigo meu e em tom de desabafo ele disse-me “a minha sobrinha de 5 meses está a passar por uma fase dificil. Não come, os pais não sabem o que fazer, nem os médicos. Esteve internada 4 dias a soro e não encontraram uma explicação. Não sabem o que fazer.”
A minha pergunta foi “o que está ela a dizer aos pais repetidamente que eles não estão a conseguir perceber?” Leia o restante deste artigo »

Pergunta de uma mãe para o Dr. Wilson Rocha Filho, da sociedade mineira de pediatria (SMP- MG), na qual questiona a prática do PRICK-TEST:

Prezada , o teste cutâneo para alergia alimentar pode ser útil e auxiliar no diagnóstico de alergia alimentar se interpretado corretamente. Em primeiro lugar não se deve usar teste com múltiplos antígenos!
Há muito a literatura internacional não aceita mais esta prática, nem mesmo para dosagem de IgE específica pois a sensibilidade e especificidade deixam muito a desejar. O teste alérgico para alimentos realizado com extratos padronizados tem um alto valor preditivo negativo (VPN) e um baixo valor preditivo positivo (VPP). O VPN geralmente gira em torno de 98% e o VPP varia de 15 a 30%, dependendo da casuística. Em outras palavras um teste alérgico negativo praticamente afasta a possibilidade de alergia alimentar mas um teste alergico positivo para um alimento não confirma o diagnóstico. No entanto, se o paciente for menor de 2 anos e a pápula estiver maior que 8 a 10 mm aí o VPP sobe para acima de 90% permitindo a confirmação diagnóstica.
Tudo isto vale para reações mediadas por IgE. No caso de pacientes com gastroenterite eosinofílica cujo mecanismo, além de IgE envolve também linfócito T o teste alérgico para alimento tem pouco valor e deve ser desencorajado devido aos altos índices de falso positivo e falso negativo.

(Fonte: Dr. Wilson Rocha Filho, SMP-MG, 2007.)

zez   BAN - zez   BAN

A produção da foto localiza-se em Bela Vista, Goiás. O tomate BAN é da variedade Sweet grape e possui cuidados especiais de manejo e cultivo. A equipe monitora cacho por cacho, diariamente, dentro da estufa. Maria José Vêncio (foto) é sócia da plantação citada e acompanha, 3 vezes por semana, o andamento do trato de combate às pragas e doenças.
- ” Esse tomate tem um sabor delicioso, levemente adocicado e faz parte da diversão à mesa no momento da nutrição infantil”.
A empresária também avisa sobre o futuro projeto de análise fisico-quimica detalhada dos componentes do fruto e da adoção de novas técnicas de cultivo visando à agregação de valor ao produto.
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Degustei, aprovei e indico: saborosos tomatinhos e imprescindíveis a uma boa apresentação para uma salada no jantar com amigos!