
O leite personalizado para fim especial é uma proposta de viabilização do desenvolvimento de leites especiais para crianças neo natas, de primeira infância e de seguimento.
A formulação é desenvolvida por uma engenheira de alimentos, respeitando o diagnóstico médico e as necessidades de nutrientes para a fase de vida em que a criança se encontra. É um trabalho minucioso e personalizado e que agrega custo acessível, quando comparado aos leites parcialmente hidrolisados e com aminoácidos livres (hipoalergênico) oferecidos no mercado.
Para conseguir torná-los acessíveis à população, a engenheira lança mão de um desenvolvimento ancorado em um tripé: profissional habilitado, farmácia de manipulação, loja de suplementos.
O profissional habilitado desenvolve a formulação (a engenheira), a farmácia de manipulação fornece os suplementos que irão compor a formulação (vitaminas, minerais, aminoácidos), a loja de suplementos fornece os macro ingredientes da formulação (carboidratos, extrato de soja, óleos vegetais).
A formulação é preparada pela própria mãe da criança, uma vez ao dia, usando apenas um liquidificador, colher de chá e de sobremesa e copinhos medida plásticos para leite em pó. Dessa forma, consegue-se abaixar consideravelmente, o preço de tais alimentos especiais.
Há orientação de Boas Práticas de preparo e armazenagem e as cotas de nutrientes são de acordo com a RDC nº. 269 ANVISA, assim como do software para cálculo das informações nutricionais ANVISA.
Possibilidades de formulações:
Leites parcialmente hidrolisados;
Leites com aminoácidos livres (hipoalergênico);
Leites sem lactose, sacarose e glúten;
Leites customizados – a partir de leites os quais a criança já faz uso, como: ADES®, SUPRA SOY®, SENSY®, ZIMIL®, QUALITY® e outros;
Leites hipercalóricos – para crianças que necessitam ganhar peso;
Leites hipoprotéicos e hipoalergênicos – para crianças em desmame
Maiores informações, acesse:www.nutraceuticosefoshu.com.br/leiteinfantil.htm
Brasília, 20 de agosto de 2009 - 15h25
Audiência pública debate proposta sobre propaganda de alimentos
As propagandas de alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio terão que obedecer a regras específicas. A proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está sendo discutida, nesta quinta-feira (20), em uma audiência pública.
A audiência é a etapa final de um processo de participação social iniciado em 2006, com a Consulta Pública nº 71. Representantes do setor produtivo, da sociedade civil e das empresas de comunicação acertam os últimos detalhes do texto da resolução, que será publicada ainda em 2009.
Pela proposta, as propagandas desses alimentos deverão veicular alertas sobre os perigos do consumo excessivo. Produtos com quantidade elevada de açúcar, por exemplo, deverão trazer advertências para o risco de desenvolver obesidade e cárie dentária. Já aqueles com muita gordura saturada, sobre os riscos de desenvolver diabetes e doenças do coração. Leia o restante deste artigo »

Um consenso europeu foi estabelecido sobre o assunto. Abaixo, estão os principais tópicos fixados:
- Grávidas necessitam, em calorias, aumentar a ingestão de: 89 no primeiro trimestre, 286 no segundo trimestre e 464 no terceiro trimestre;
- Não há indicações científicas, para a recomendação do aumento da ingesta de gordura total. Contudo, há relações significativas para a seletividade das gorduras ingeridas. Ácidos graxos polinsaturados possuem efeitos positivos sobre a diminuição dos riscos de nascimentos prematuros e de baixo peso;
- Tanto gestantes quanto lactantes, devem escolher, no lugar da gordura saturada, a ingestão mínima diária de 200 mg de LC-PUFA (ác. graxos polinsaturados de cadeia longa) encontrados no óleo de peixe;
-Bastante cautela com o consumo de grandes peixes predadores, pois o risco de contaminação por mercúrio e dioxinas torna-se maior, sobremaneira os do Mar Báltico;
-O rigor com a escolha da alimentação na busca de nutrientes de boa qualidade para nutrir mãe e bebê é mais importante do que o aumento da ingesta diária, a qual mesmo incrementada, não necessita ser duplicada caloricamente.
(Fonte:British Journal of Nutrition,2007.)
Durante toda a fase de construção de defesas do organismo humano, de ativação do sistema imune, há uma demanda energético-proteica muito grande, onde o organismo precisa de aporte de nutrientes. Os nutrientes devem apresentar-se de forma a ter uma fácil assimilação pelo organismo, pois, um metabolismo lento e/ou incompleto, afeta negativamente, a construção equilibrada do sistema imunológico.
Devido a tais necessidades, é necessário um alimento que além de fornecer todos os nutrientes necessários, auxilie o sistema de defesa do bebê, fornecendo células capazes de dar suporte para a ação de resposta do sistema imunológico, potencializando a ação imunitária da criança. Leia o restante deste artigo »