Arquivo de Maio de 2010

baby care 1 - baby care 1

O comportamento “oportunista” da bactéria Clostridium difficile sobre pacientes internados em hospitais, recebendo antibióticos, possui hoje grande atenção da classe médica; que chega a classificá-la de superbactéria. É fato: cepas de Clostridium difficile estão cada vez mais resistentes e elas se adaptam bem aos intestinos deficientes de bactérias probióticas (estado de desequilíbrio da microbiota).

Para a prevenção e tratamento da diarréia associada a antibióticos com infecções por C. difficile, várias bactérias probióticas, com cepas selecionadas de Lactobacillus (especialmente Lactobacillus rhamnosus GG), Bifidobacterium longum, Enterococcus faecium e Saccharomyces boulardii e fermento não patogênicos têm sido utilizados. Estudos controlados indicam uma vantagem de S. boulardii e L. rhamnosus GG como agentes terapêuticos, quando utilizadas como adjuntos aos antibióticos.

(Fonte: www.foodsciencecentral.com/fsc/bulletin.)
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” Diminuir os efeitos negativos dos antibióticos sobre a microbiota intestinal, mediante o uso de PROBIÓTICOS, é uma maneira inteligente de usar pequenos organismos como fortes aliados, pois, a atuação destes (bactérias e leveduras) propicia a preservação do bem estar de crianças e idosos, revigorando sua imunidade pela diminuição do tempo de reestruturação do equilíbrio bioquímico .”

beetroot 1 2 - beetroot 1 2

Um estudo americano revisado recentemente, com ratos, evidencia o poder antioxidante da betanina no extrato aquoso da raiz da beterraba vermelha (Beta vulgaris).
Foi verificado uma redução de 45% (P<.001) sobre os ratos com tumores induzidos pela substancia
NMBA - N-nitrosomethylbenzylamine em comparação com os de controle. Os ratos deste estudo receberam, regularmente na dieta, água contendo 78μg/mL de extrato, por 35 semanas.

Os efeitos foram comprovados pela diminuição da angiogenese (crescimento dos tumores) e de marcadores inflamatórios, como também do aumento da apoptose (morte celular programada - controle da proliferação de células defeituosas). O estudo afirma ter a betanina um alto efeito antioxidante.

(Fonte:John F. Lechner, Li-Shu Wang, Claudio M. Rocha, Bethany Larue, Cassandra Henry, Colleen M. McIntyre, Kenneth M. Riedl, Steven J. Schwartz, Gary D. Stoner. Journal of Medicinal Food. jmf.2008.)

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Online Ahead of Print: May 3, 2010

beans 1 - beans 1

A mais famosa dupla da mesa do brasileiro anda meio desfalcada. Uma pesquisa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra que o consumo do feijão tem caído nos últimos anos.
Da década de 1970 para cá, a redução no consumo foi vertiginosa: quase 50%, segundo dados da Conab. Alguns especialistas acreditam que essa alteração no cardápio é um dos motivos para o aumento dos casos de obesidade no país.
“Se a pessoa comesse feijão, deixaria de beliscar a tarde toda, conseguiria comer o feijão, o arroz junto com alguma proteína animal e um monte de verdura. Com isso ela consegue ficar três, quatro horas sem fazer a próxima alimentação”, explica a nutricionista Patrícia Araújo Duarte.
Em Macapá, apenas 32% dos moradores consomem feijão diariamente. Belo Horizonte ainda tem um grande contingente de fãs. De acordo com o Ministério da Saúde, quase 83% da população da capital mineira comem pelo menos uma porção de feijão por dia.
“Tradição, tem o famoso tutu de feijão, o feijão tropeiro. Consumindo esses produtos, consumimos mais, muito por questão da nossa cultura, também”, afirma a mineira Aline Veloso, que é analista de agronegócio.

(Fonte: G1, 11/05/2010.)

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“As mulheres brasileiras tendem a sofrer mais com essa queda de consumo, já que o feijão possui, além das fibras que auxiliam na prevenção da obesidade, boas quantidades de magnésio (30 mg/100g do grão - COSTA,2002) que é um mineral de potentes efeitos antiinflamatórios, assim como auxilia eficientemente, na motilidade intestinal, diminuindo a indesejada barriguinha e auxiliando na saúde da pele pela eliminação de toxinas.”