Mai 24th, 2010
Modulação da microbiota intestinal para complicações da antibioticoterapia.

O comportamento “oportunista” da bactéria Clostridium difficile sobre pacientes internados em hospitais, recebendo antibióticos, possui hoje grande atenção da classe médica; que chega a classificá-la de superbactéria. É fato: cepas de Clostridium difficile estão cada vez mais resistentes e elas se adaptam bem aos intestinos deficientes de bactérias probióticas (estado de desequilíbrio da microbiota).
Para a prevenção e tratamento da diarréia associada a antibióticos com infecções por C. difficile, várias bactérias probióticas, com cepas selecionadas de Lactobacillus (especialmente Lactobacillus rhamnosus GG), Bifidobacterium longum, Enterococcus faecium e Saccharomyces boulardii e fermento não patogênicos têm sido utilizados. Estudos controlados indicam uma vantagem de S. boulardii e L. rhamnosus GG como agentes terapêuticos, quando utilizadas como adjuntos aos antibióticos.
(Fonte: www.foodsciencecentral.com/fsc/bulletin.)
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” Diminuir os efeitos negativos dos antibióticos sobre a microbiota intestinal, mediante o uso de PROBIÓTICOS, é uma maneira inteligente de usar pequenos organismos como fortes aliados, pois, a atuação destes (bactérias e leveduras) propicia a preservação do bem estar de crianças e idosos, revigorando sua imunidade pela diminuição do tempo de reestruturação do equilíbrio bioquímico .”
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